domingo, fevereiro 27, 2011

Instituto Estre abre seu programa de estágio 2011 com prazo para inscrições até 09/03

O Instituto Estre está com inscrições abertas para seu Programa de Estágio 2011. Os novos estagiários irão atuar nos programas de Educação Ambiental e apoio ao Reflorestamento Urbano, também participarão da gestão e avaliação desses programas, rotinas administrativas do Centro de Educação Ambiental, além de terem a oportunidade de conhecer bem de perto as operações do grupo Estre Ambiental.
Os interessados tem até dia 09/03 para enviar seus currículos.
Para enviar seu currículo, clique aqui ou mande e-mail para cv@institutoestre.org.br
Os requisitos para os interessados são:
Perfil: estudantes do 2º ano até 5º ano
Cursos: Pedagogia; Artes; Eng. Ambiental; Gestão Ambiental; Geografia; Geologia; Biologia; Ecologia; Artes Cênicas; Educação Física com experiência em Recreação; Agronomia
Dados da Vaga:
Período: 6 horas diárias de segunda a sexta
Local: Paulínia
Bolsa-auxílio: de R$852,14 a R$1.244,00 dependendo do ano de curso
Benefícios: VT, VR, assistência médica e odontológica

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

III Fórum Brasileiro do Semiárido

Informações sobre florestas estão reunidas em livro de bolso

As principais informações do setor florestal do país estão reunidas no livro de bolso Florestas do Brasil em Resumo 2010, que o Serviço Florestal Brasileiro lançou no último mês de dezembro.
A publicação, de 152 páginas, aborda, entre outros assuntos, características dos seis biomas, avanços na gestão das florestas, aspectos socioeconômicos da área florestal e ensino e pesquisa relacionados ao tema.
Neste minilivro, que atualiza informações presentes na primeira edição da obra, foram incluídas informações sobre crédito florestal, manejo florestal na Amazônia e na Caatinga, unidades de conservação estaduais e comparativo mundial do estoque de biomassa florestal viva.
"Esta é uma obra em movimento. As informações sobre floresta são dinâmicas e, portanto, as atualizações serão constantes", afirma a diretora de Pesquisa e Informação Florestal do Serviço Florestal, Cláudia Azevedo-Ramos.
As seções foram organizadas de forma curta e objetiva para que o leitor manuseie a publicação com facilidade e encontre rapidamente os dados que procura.
Veja algumas das informações presentes em cada capítulo:

As florestas brasileiras
A publicação mostra que existem 509 milhões de hectares de florestas naturais e 6,8 milhões de hectares de florestas plantadas. O número de florestas plantadas aumentou cerca de 200 mil hectares entre 2008 e 2009 e a produtividade de metros cúbicos por hectare de pinus e eucalipto - que ocupam mais de 90% da área plantada - também, devido a fatores como o uso de novas tecnologias, por exemplo, o melhoramento genético de sementes.

Os biomas brasileiros e suas florestas
Esta seção apresenta tabelas de dados e mapas sobre a cobertura florestal dos seis biomas, o volume de madeira, o estoque de carbono armazenado na biomassa e informações adicionais a respeito de cada um deles. A Amazônia, por exemplo, tem cerca de 45 mil espécies de plantas e vertebrados, uma das biodiversidades mais ricas do mundo, mas enfrenta o desafio de conciliar conservação dos recursos com uso pela população.

Gestão florestal
Os principais planos de governo para estimular o desenvolvimento sustentável estão nesse item, que fala, por exemplo, da criação do Distrito Florestal Sustentável (DFS) da BR-163, das concessões florestais na Amazônia e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal. Esta seção apresenta ainda 13 linhas e programas de crédito florestal, suas finalidades e o agente financeiro que as operam.

Monitoramento das florestas
A série histórica do desmatamento na Amazônia entre 1988 e 2010 está nesta seção, onde é possível visualizar a queda no corte da floresta a partir de 2004. O capítulo também fala do Sistema Nacional de Parcelas Permanentes para o monitoramento da dinâmica das florestas naturais e plantadas e do Inventário Florestal Nacional.

Áreas protegidas e biodiversidade
Existem hoje 309 unidades de conservação federais, sendo 172 de uso sustentável e 137 de uso integral. A divisão por categoria e a área de cada uma estão nesse item, que também traz a área de unidades de conservação por bioma e a lista de espécies madeireiras ameaçadas de extinção.

Aspectos socioeconômicos do setor florestal
O número de empregos formais no setor florestal decresceu entre 2007 e 2009, e contava com cerca de 616 mil trabalhadores no ano passado. Nos setores de produção de celulose e papel e de produção moveleira, porém, houve aumento no número de empregos nos últimos anos. Tabelas apresentam dados de exportação e importação de produtos florestais e dados recentes sobre os pólos madeireiros da Amazônia Legal.

Ensino e pesquisa florestal
Em 2009, o país formou mais de 300 mestres e doutores em engenharia florestal e ciências florestais, um aumento de quase 20% em relação ao ano anterior. Este capítulo mostra um mapa da distribuição dos cursos de graduação, pós-graduação e cursos técnicos no país. Os principais centros de pesquisa no tema, exceto as universidades, contam com cerca de 200 profissionais entre graduados, mestres e doutores.

Comparações internacionais
O topo de três importantes dados florestais é ocupado por países distintos. A Rússia tem a maior área florestal, cerca de 810 milhões de hectares; a China, a maior área de florestas plantadas, 77 milhões de hectares, e o Brasil, o maior estoque de carbono na biomassa florestal o Brasil, cerca de 62 bilhões de toneladas.

Para baixar o livro CLIQUE AQUI.

Fonte: Serviço Florestal Brasileiro

sexta-feira, janeiro 14, 2011

II CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL IV ENCONTRO NORDESTINO DE BIOGEOGRAFIA

A Assembléia Geral das Nações Unidades elegeu 2011 como o Ano Internacional das Florestas. As atividades enfocadas incluem a promoção do manejo sustentável, a conservação e desenvolvimento das florestas e a conscientização do papel decisivo que as matas desempenham no desenvolvimento global sustentável.


Conservar florestas é preservar não somente a vida das árvores e dos povos das florestas. E sim manter viva toda a biodiversidade do Planeta, e com ela as sociedades humanas. A Educação Ambiental na família, e em todos os níveis de ensino, cumpre papel fundamental para a conservação da sociobiodiversidade e do ambiente em que vivemos.

O II Congresso Nacional de Educação Ambiental e o IV Encontro Nordestino de Biogeografia, ocorrem simultaneamente em João Pessoa, no período de 12 a 15 de outubro de 2011. O II CNEA & IV ENBio são promovidos pela Universidade Federal da Paraíba, com o objetivo maior de apontar os Caminhos para a Conservação da Sociobiodiversidade. Os eventos vão reunir 1.500 participantes, entre pesquisadores, professores, estudantes e cidadãos de todos os setores da sociedade.

Saiba mais em: http://www.cnea.com.br/

domingo, janeiro 09, 2011

A morte anunciada das lâmpadas incandescentes no Brasil

Na última sexta-feira foi anunciado no Brasil o ano da morte das lâmpadas incandescentes: 2016. O anúncio foi publicado no Diário Oficial da União por meio de uma Portaria elaborada em conjunto com os ministérios de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio.

O principal objetivo do governo é com a economia que a substituição dessas lâmpadas gerará para o país: cerca de 10 terawatts-hora (TWh/ano) até 2030. Isso representa mais que o dobro conseguido pelo selo Procel de Economia de Energia, àquele que vem colado em geladeiras, ar-condicionados, televisores e outros aparelhos e regulamenta o limite de consumo de energia elétrica que cada aparelho apresentar.

Vale ressaltar que essa posição do governo é extremamente bem vinda para a economia, pois um maior consumo de energia gera uma maior produção de energia, que por sua vez, gera uma maior pressão sobre as hidrelétricas, cuja capacidade instalada já está quase saturada, obrigando o governo a recorrer as termelétricas e as usinas nucleares. Isso resulta no direcionamento de vultosas quantias de dinheiro público e mais gasto público.

Além disso, a medida possui um aspecto de ajuda ao meio ambiente, principalmente no que tange ao aquecimento global. Para se ter uma idéia, a lâmpada incandescente libera 95% de calor e somente 5% de luz. Também emite gás carbônico para a atmosfera, um dos principais gases geradores do efeito estufa.

Mas somente substituir as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes não é uma solução sustentável ambientalmente. É preciso as indústrias inovarem com a fabricação das lâmpadas fluorescentes, que utilizam-se até dez vezes mais matéria-prima e energia comparada a sua "rival". Ainda há o problema do descarte desse tipo de lâmpada, pois em sua composição há o elemento mercúrio. Se a lâmpada não for jogada em um lixo adequado, pode contaminar o solo e a água.

Enfim, há um prazo de cinco curtos anos para a indústria conseguir desenvolver uma lâmpada de baixo consumo de energia, baixo impacto ambiental e de baixo custo, lembrando que esse último é hoje o principal entrave para as famílias começarem a adquirir as lâmpadas fluorescentes.

Os países que integram a Comunidade Européia ainda não conseguiram desenvolver um novo tipo de lâmpada, mas um grande e importante passo já foi dado rumo a economia e a diminuição do aquecimento global com a proibição da produção, importação e venda de lâmpadas incandescentes desde agosto de 2009.

sexta-feira, janeiro 07, 2011

A Internet em contribuição com o Meio Ambiente

Em reportagem recente, a Folha publicou uma matéria sobre a reciclagem de garrafas PET. O curioso é que trata-se de uma ferramenta de busca on-line que indica a localização de postos coletores deste tipo de material reciclável, e que pode ser consultado para todo o Brasil.

A iniciativa é da ABIPET (Associação Brasileira da Industria do PET), uma das mais renomadas instituição ligadas ao setor de produção, distribuição e coleta de garrafas PET. Esta ferramenta une uma das maiores coqueluches do mundo virtual, o uso de sites de mapas e as utilies que eles carregam e que servem de informação para os internautas.

Para a utilização do serviço, basta colocar o endereço de sua localização e um mapa será gerado com informações de postos de coleta de diversos tipos (local de entrega, recicladores, enntidades, etc). Na página da ABIPET, ainda estão disponíveis dados estatisticos mais especificos sobre o mercado de produção e reciclagem de garrafas PET.


Essa é uma maneira simples de atuar em conjunto com a preservação ambiental por parte daqueles que não sabem o que fazer com aquelas garrafas de refrigerante vazias, que muitas vezes até são separadas e colocadas no portão, mas ficam a merce de algum catador passar e pegar, mas que na maioria dos casos é levada pela companhia de limpeza urbana e acabam em aterros, prejudicando ainda mais o impacto ambiental desses produtos.


Fica a dica par aos mais interados e interessados em promover alguma ação favorável à sociedade.

quinta-feira, janeiro 06, 2011

sábado, dezembro 04, 2010

1º Simpósio Geociência e Meio Ambiente (Sigma)

O Instituto Geológico (IG), da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, realizará, dias 8 e 9 de dezembro, em São Paulo, o 1º Simpósio Geociência e Meio Ambiente (Sigma).

Durante o evento serão realizados o 2º Seminário Estratégias para Redução de Desastres Naturais no Estado de São Paulo, no dia 8 de dezembro, e o 1º Seminário Preservando a Geodiversidade, no dia seguinte.

“A experiência paulista no gerenciamento de desastres” e o “Sistema de Previsão e Alerta de Enchentes do Estado de São Paulo” serão alguns dos temas abordados no primeiro seminário.

No Seminário Preservando a Geodiversidade, “O patrimônio geológico e o licenciamento ambiental” e a “Gestão de monumentos geológicos no Estado de São Paulo” são alguns dos temas.

Aberto ao público em geral, o evento será realizado no auditório da Cetesb, localizado na Av. Professor Frederico Hermann Jr., nº 345, em Pinheiros.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas em www.cetesb.sp.gov.br/eventos/sigma

Mais informações: igeologico@igeologico.sp.gov.br.

domingo, novembro 14, 2010

Debate: As cidades brasileiras e os desafios ambientais

Data e Horário:
17 de novembro, de 2010, quarta-feira das 14:15h às 17:30h.

Local:
Anfiteatro da Fundap (Rua Alves Guimarães, 429 / 5º andar, Pinheiros, São Paulo/SP, www.fundap.sp.gov.br).

Tema:
As cidades brasileiras e os desafios ambientais – o saneamento ambiental/sistema de drenagem e a urbanização/produção habitacional.

A questão da produção do espaço urbano e da gestão dos recursos ambientais nas cidades brasileiras está criticamente ligada ao modelo histórico de ocupação e regulação do solo urbano, tanto pela insuficiência de planejamento como pela aplicação de modelos técnicos superados. Há, sem dúvida, experiências localizadas importantes, porém muito aquém das reais necessidades frente à saturação da expansão urbana.
Para uma aproximação ao vasto campo que compõe essa problemática o seminário deverá focar a produção do espaço urbano, para fins habitacionais e o saneamento ambiental - no que se refere ao sistema de drenagem urbana.
Os atuais desafios estão postos para toda a população, mas, sobretudo para as entidades públicas que devem assumir novas atribuições e responsabilidades assim como para as áreas de pesquisa e produção tecnológica e os centros de formação profissional.

Expositores:
1. Sadalla Domingos, engenheiro – Professor da Escola Politécnica da USP, membro do Conselho de Administração da CETESB e Assessor da ARSESP.

2. Ulrich Hoffmann, engenheiro – Secretário adjunto da Habitação do Estado de São Paulo, Presidente do Conselho de Administração da CDHU e Presidente do GRAPROHAB – Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais.

Debatedora:
Stela Goldeinstein, geógrafa com vasta experiência em políticas de recursos hídricos, desenvolvimento regional, planejamento urbano, saneamento, habitação e planejamento ambiental. Foi Secretária Estadual do Meio Ambiente e Secretária Municipal do Verde e do Meio Ambiente da cidade de São Paulo.

Público preferencial:
funcionários da Fundap, gestores públicos, participantes do curso de Especialista em Políticas Públicas, pesquisadores e estudantes de pós-graduação de áreas afins.

Inscrições:
Para realizar a inscrição clique aqui.

O seminário será exibido em tempo real, pela internet http://debatesfundap.blogspot.com/

Central de Atendimento Fundap: (11) 3066 5660 ou caf@fundap.sp.gov.br

Festa do Livro da USP traz 15 mil títulos com 50% de desconto


A 11ª edição da Festa do Livro da USP será realizada nos dias 25, 26 e 27, das 9h às 21h, no saguão do prédio da Geografia e História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Todos os livros vendidos durante o evento terão, obrigatoriamente, desconto mínimo de 50% em relação ao preço de capa praticado pelos editores.

Participam da Festa do Livro da USP cerca de 130 expositores, entre eles diversas editoras universitárias, que vão mostrar ao público um volume em torno de 15 mil títulos de seus catálogos, a maioria deles composta de novidades ou obras que foram publicadas recentemente.

A Festa do Livro da USP é um evento gratuito e aberto ao público geral. O endereço do prédio da Geografia e História é Av. Prof; Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, São Paulo (SP).